O IWSR confirmou o que o setor sente na prática: entre 2019 e 2024, o consumo de vinho caiu 15% em volume nos cinco maiores mercados mundiais — EUA, Itália, Alemanha, França e Reino Unido. Nenhum escapou da contração.
A queda é concentrada nas faixas de entrada. O consumidor ocasional está bebendo menos e gastando mais por ocasião. Quem sustenta o mercado é o consumidor engajado: bebe com menos frequência, escolhe com mais critério — e está disposto a pagar por nome, origem e história.
O recado vale igualmente para restaurantes e para o varejo especializado. No salão, a carta que ancora em rótulos de reputação global vende por nome — reduz o esforço do sommelier e eleva o ticket por mesa. Na adega ou empório, o mix premium resiste à pressão de preço do supermercado e fideliza o cliente que volta para perguntar o que chegou de novo.
O portfólio Mistral, representado pela Mondovino em Santa Catarina, reúne exatamente esse perfil: Vega Sicilia (Espanha), um dos vinhos mais cobiçados do mundo; Bollinger (França), Champagne com cinco estrelas de Robert Parker; Soalheiro (Portugal), eleito por Jancis Robinson como o melhor produtor de Vinho Verde; Quinta do Vale Meão (Portugal), cinco vezes no Top 100 da Wine Spectator e referência máxima do Douro; e Gaja (Itália), a grife do Barolo e Barbaresco que o mercado de investimento elegeu como maior upside de 2026.
Produtores assim não precisam de promoção para girar — precisam de um canal que saiba apresentá-los. Fale com a Mondovino pelo WhatsApp e descubra o que está disponível para SC.

